O balanço todo
da família.
Depois, investir.
Assessoria de investimentos para famílias empresárias do interior paulista. Antes de apresentar qualquer investimento, lemos o balanço inteiro da família — dinheiro líquido, renda da empresa ou do trabalho, imóveis e empresa —, com os números que ela quiser trazer, e atuamos na primeira caixa.
Agendar conversa Ler a tese da casa ↓- 01 Dinheiro líquido — onde a casa atua
- 02 Renda da empresa ou do trabalho
- 03 Imóveis
- 04 Empresa
Terra roxa: basalto intemperizado, rico em ferro. É o solo do café, da cana e da laranja do interior paulista.
Toda família tem um balanço. Poucos o leem inteiro.
Campinas, Mogiana, Piracicaba–Limeira, Jundiaí: famílias empresárias e produtoras, muitas na segunda ou terceira geração. Aqui o patrimônio não nasceu no mercado financeiro. Nasceu na terra, na fábrica, no galpão — nos imóveis e na empresa — e só com o tempo, e nem todo ele, virou dinheiro líquido. É essa parte menor que costuma receber toda a atenção.
A Terra Roxa Capital começa pelo contrário: lê o balanço inteiro, em quatro caixas, sempre com o mesmo nome e na mesma ordem. Só depois fala da caixa em que atua.
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Caixa 01 · Dias
Dinheiro líquido
Dinheiro em conta e aplicações financeiras: o que está investido ou pode ser investido amanhã.
Onde a casa atua.
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Caixa 02 · Meses e safras
Renda da empresa ou do trabalho
Pró-labore, dividendos, salário, honorários, safra: o fluxo que alimenta as outras caixas.
Onde a casa olha e acompanha.
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Caixa 03 · Décadas
Imóveis
Fazendas, galpões, terrenos, imóveis urbanos: patrimônio grande e pouco líquido, que um dia muda de mãos.
Onde a casa olha e acompanha.
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Caixa 04 · Gerações
Empresa
A participação societária: quase sempre a maior caixa da família, e a menos líquida.
Onde a casa olha e acompanha.
Quatro caixas são um modo de ler, não um laudo: os números de cada uma continuam sendo da família, dos seus contadores e dos seus advogados.
Cafezal ao amanhecer sobre morros de terra roxa — a paisagem que fez a Mogiana e as famílias que a plantaram.
Fig. 02 · O território“Dinheiro líquido é uma caixa. O balanço da família tem quatro.”
Quatro caixas, sempre na mesma ordem
Toda família empresária tem um balanço, mesmo quando ninguém o escreveu: dinheiro líquido, renda da empresa ou do trabalho, imóveis, empresa. Quase sempre a caixa Empresa é a maior e a caixa Dinheiro líquido, a menor. Apresentar um investimento olhando só a menor é ler uma linha do balanço e ignorar as outras três. Por isso a conversa começa pelas quatro — e volta a elas a cada encontro.
Dinheiro líquido, onde a casa atua
É na caixa Dinheiro líquido que atuamos: assessoria de investimentos na plataforma do Itaú Unibanco, com acompanhamento contínuo. Nas outras três — renda da empresa ou do trabalho, imóveis e empresa — olhamos, entendemos e acompanhamos. E ficamos atentos aos momentos em que uma caixa vira outra: a safra que sobra, o galpão ou a participação que se vende, a sucessão entre gerações, em diálogo com os advogados e contadores da família.
Terra Roxa Capital é assessoria de investimentos (Resolução CVM 178). Não administramos carteiras nem prestamos consultoria de valores mobiliários; as decisões são sempre da família.
Lemos quatro. Atuamos em uma.
Primeiro, a leitura.
Antes de apresentar qualquer investimento, um sócio conversa com a família sobre as quatro caixas: quanto há em dinheiro líquido; de onde vem a renda da empresa ou do trabalho e quanto dela sobra; que imóveis pesam no todo; o que a empresa distribui e o que ela vai pedir de volta. Sem laudo nem planilha: a leitura é da família, com os números que ela quiser trazer.
Renda da empresa ou do trabalho, imóveis e empresa não passam pelas nossas mãos — mas passam pela conversa. Nessas três caixas a casa não vende, não avalia e não administra: considera, conversa e acompanha, em diálogo com os advogados e contadores da família.
Na caixa Empresa, quando a relação pede, apresentamos a família à área de crédito do [intermediário]. Vem depois da leitura, nunca no lugar dela.
- Dinheiro líquido — onde a casa atua
- Renda da empresa ou do trabalho — o que sobra vira dinheiro líquido
- Imóveis — o que rende, o que pesa, o que um dia se vende
- Empresa — participação e sucessão
Depois, a caixa em que atuamos.
Assessoria de investimentos para os sócios e a família na plataforma do Itaú Unibanco: apresentamos, informamos e acompanhamos — renda fixa, fundos e os demais produtos que o [intermediário] distribui — e a remuneração vem em extrato trimestral. É a única caixa em que atuamos diretamente, e a que recebe o que sobra das outras três. A decisão é sempre da família.
Conversamos antes de o dinheiro chegar, para que a família decida com calma — sem promessa de retorno e sem pressa de aplicar.
- Assessoria de investimentos (CVM 178)
- Acompanhamento das posições
- Extrato trimestral de remuneração (CVM 179), enviado pelo [intermediário]
- Relacionamento de longo prazo
| Momento | De | Para |
|---|---|---|
| Sobra de safra, pró-labore ou dividendos | Renda da empresa ou do trabalho | Dinheiro líquido |
| Venda de imóvel | Imóveis | Dinheiro líquido |
| Venda de participação | Empresa | Dinheiro líquido |
| Sucessão | As quatro caixas | As quatro caixas, entre gerações |
A casa é pequena. A rocha embaixo, não.
Custódia, produtos, mesa e balanço são do [intermediário — Itaú Unibanco; confirmar entidade e autorização de uso da marca], ao qual a Terra Roxa Capital está vinculada. A Terra Roxa não movimenta, não custodia e não recebe recursos de clientes. A remuneração é informada em extrato trimestral, na forma da Resolução CVM 179.
- Custódia e liquidação no intermediário
- Registro CVM 178
- Extrato de remuneração (CVM 179)
- Sigilo e diligência
Casarão de fazenda de café ao fim da tarde. A referência da casa: sólida, discreta, feita para durar.
Fig. 03 · A casaUma casa, não uma mesa.
Terra Roxa Capital é uma assessoria de investimentos registrada na CVM (Resolução 178), vinculada ao [intermediário], na plataforma do Itaú Unibanco. Os sócios vêm do crédito corporativo e do atendimento a famílias em banco — [N] anos de mercado — e escolheram Campinas, não a Faria Lima, como endereço.
Atendemos poucas famílias, por escolha, e para muito tempo: o dinheiro líquido se move em dias, mas o que o alimenta — renda da empresa ou do trabalho, imóveis e empresa — se move em safras, décadas e gerações, não em trimestres. Não divulgamos clientes nem operações; uma família costuma nos conhecer por indicação de outra.
[Endereço], Campinas – SP · Atendimento presencial em toda a região.
[Nome do sócio 1]
Sócio — crédito corporativo[Campinas][Nome do sócio 2]
Sócio — investimentos da família[Mogiana][Nome do sócio 3]
Diretor responsável (CVM 178) — [credencial][Piracicaba–Limeira]
O que nos perguntam antes da primeira reunião.
Cada resposta diz em qual caixa está. Se a sua pergunta não estiver aqui, escreva-nos.
Vocês administram a carteira da família?
Não. Somos assessoria de investimentos, registrada na CVM na forma da Resolução 178. Apresentamos, informamos e acompanhamos; a decisão é sempre da família, e a custódia fica no [intermediário]. Não administramos carteiras nem prestamos consultoria de valores mobiliários — em nenhuma das quatro caixas.
Se atuam só no dinheiro líquido, por que perguntam sobre o resto?
Porque a primeira caixa não se lê sozinha. Quanto a família pode deixar aplicado, e por quanto tempo, depende da renda que entra, dos imóveis que pesam e do que a empresa distribui ou vai precisar. Lemos as quatro para que o que apresentamos na primeira faça sentido para o todo. Não pedimos números que a família não queira dar.
Como a casa é remunerada?
Pela distribuição dos produtos que a família contrata por meio do [intermediário]. Na forma da Resolução CVM 179, o cliente recebe trimestralmente um extrato consolidado com a remuneração recebida pelo assessor. Não prometemos retorno: rentabilidade passada não garante resultados futuros. Nada fica implícito.
A safra foi boa e sobrou dinheiro. O que muda?
É o momento em que uma caixa vira outra: a sobra de safra, pró-labore ou dividendos vira dinheiro líquido. Apresentamos as opções da plataforma do [intermediário] e acompanhamos; conversamos antes de o dinheiro chegar, para que a família decida com calma — sem promessa de retorno e sem pressa de aplicar.
Vamos vender um galpão ou uma participação — ou pensar na sucessão. Vocês entram?
Não como corretores, advogados ou planejadores — isso é dos profissionais da família, com quem conversamos. Entramos no que vem depois: a venda vira dinheiro líquido, e é nessa caixa que a casa atua; a sucessão redistribui as quatro caixas, e acompanhamos o que chega à primeira. Quanto antes soubermos, mais tempo a família tem para decidir com calma.
Existe um patrimônio mínimo?
Trabalhamos com famílias cujas empresas faturam a partir de cerca de R$ 150 milhões ao ano ou com dinheiro líquido a partir de [R$ X milhões]. Os números das outras três caixas — renda da empresa ou do trabalho, imóveis e empresa — são assunto da conversa, não do formulário. Abaixo disso, conversamos mesmo assim e indicamos quem pode ajudar.
Estrada de terra entre lavouras de terra roxa, fim de tarde. O horizonte baixo e amplo do interior — o mesmo da linha que abre cada seção desta página.
Fig. 04 · O horizonteQuatro caixas.
Uma conversa.
Em Campinas, na sua empresa ou onde for mais discreto. Sem apresentação de produto, sem compromisso — uma hora para pôr as quatro caixas na mesa e uma resposta direta sobre onde a casa pode ajudar.
Agendar conversaEscreva-nos.
Um sócio responde em até um dia útil. Guardamos apenas o que você escrever aqui, e só para retornar o contato.
- [Endereço], Campinas – SP
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- [E-mail]